Embalos de Sábado a Noite
Sábado a noite... musica eletrônica... a balada apenas começando... que tal convidar exóticos para dançar conosco no nosso canaril??? rsrsrsrsr
....................BEM VINDO AO CANARIL... MUITA CANTORIA, PASSARINHADA ANIMADA E FELIZ... ENFIM, UM ÓTIMO LUGAR PARA ENCONTRAR OS AMIGOS, NÃO?
Sábado a noite... musica eletrônica... a balada apenas começando... que tal convidar exóticos para dançar conosco no nosso canaril??? rsrsrsrsr
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Flávia
às
22:43
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Aves adaptam o seu canto ao meio urbano.
As aves canoras modificam a sua forma de cantar quando habitam nas cidades, revela um estudo elaborado na Universidade de Leiden, Holanda.
Em comparação com os espécimes que vivem na floresta, as aves "citadinas" cantam temas mais curtos, acelerados e fazem-no numa frequência mais alta.
A rápida urbanização da paisagem e o subsequente aumento do ruído ambiente revelaram-se problemáticos para animais que usam o som como forma de comunicação. Isto é especialmente importante para os pássaros já que o ruído das grandes urbes pode sobrepôr-se à troca vital de informações que permite aos machos atrair as fêmeas.
Para além de utilizar um vasto espectro de frequências, podendo ajustar o seu canto ao ambiente circundante, o chapim real tem ainda a capacidade de "apanhar" novas canções dos "vizinhos" quando se muda para novas paragens.
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Flávia
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22:32
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Pessoal
Eu sempre vejo o pessoal associando canário a canto... sei lá... tem gente que acha que é o mais importante, mesmo quando sabe que temos 3 categorias de canários e uma só para canário de canto...
Eu confesso que não ligo muito... acho o canto bonito, melodioso, gosto de ouvir mas não é o que mais me atrai (isso é engraçado já que tenho um pé na música desde criança). Eu gosto mesmo é de OLHAR para eles.
Para brincar com essa situação e desejar um ótimo início de semana, eis aqui um canário azul (?) que canta MUUUIIIITOOOOO....rsrsrsrsr
Vocês repararam que ele tem um topetinho?? Antes que digam que é um Gloster eu afirmo que não há gloster feio, há maus criadores...rsrsr... Portanto só pode ser um topete alemão depois de uma farra no final de semana...
Postado por
Flávia
às
21:49
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O Dr. Garcia no Portal dos Canários me colocou a seguinte questão:
"Esses dias ao navegar pelo forum fiquei pensando "nossa não tem mulheres criando canários", mas logo em seguida vi seu nome. Gostaria por curiosidade e se vc não se importar saber a sua história. Como nasceu, de onde veio esse seu prazer por criar canários?"
Então respondendo ao Dr. Garcia vamos por partes:
Parte 1:
Fui criadora de cães (pastores alemães negros, não belgas, alemães mesmo, só que totalmente negros). Mas cada filhotinho que saia aqui de casa eu ficava uma semana deprimida...rsrsr... mas eu adoro bicho, adoro criar bicho, adoro filhote de bicho... para mim é inevitável conviver com eles... um vício.
Parte 2:
Aí eu moro ao lado de um canaricultor, seu Jorge. Um sujeito 1.000%, gente boa, adepto de um bom dedo de prosa e orgulhoso de seus canários de cor... Um dia ele me deu um e por descuido do povo de casa ele acabou fugindo... Mas ele tinha um canário no seu canaril que me encatava, tinha um topetinho, era branquinho com manchas marrons (hoje sei que são melaninas) e ele me apresentou ao "carinha" dizendo ser um gloster e eu fiquei louca pelo bicho... insisti com ele MUITO para que ele me arranjasse um filhote desse topetinho mas o sujeito não estava muito afim de procriar...
Parte 3:
Enquanto eu fazia Bonsai eu coloquei de lado a vontade de ter aquele cabeludinho... Fiquei uns anos tentando me aprimorar na arte do Bonsai, mas me deparei com um problema... como melhorar se não tenho um sítio com terra para o que chamam "treinamento de bonsai no chão"... Um tanto desconsolada resolvi abandonar o Bonsai, mantendo só alguns mais prediletos... Então me lembrei do cabeludo com carinha de idiota...
Parte 4:
Passeando em uma exposição em minha cidade (Volta Redonda) vi o pessoal do Clube daqui (AICC) com seus canários, achei um verde opal mosaico lindo e como sou como a arca de noé e gosto de casais e filhotes, comprei um casalzinho: os chamamos Adão e Eva porque tinha certeza que seriam apenas os primeiros, sabia que o cabeludinho agora era uma questão de honra. Eu desejava cria-lo, desejava tê-lo e, acima de tudo, aquele pequenino poderia ser o meu Bonsai de Penas, pequeno, parrudinho, fofinho...
Parte 5:
Então vamos lá né? Sou professora, CDF, chata e aplicada...rsrsr... Quem era aquele cabeludinho? Como criar? Eu não tinha nenhumzinho mas estava catando informações onde pudesse encontrar. O povo aqui da AICC me deu o telefone de João Basile me informando que ele tinha gloster mas não era sua especialidade. Liguei para ele e me deparei com um "efeito colateral" da tal canaricultura: conhecer pessoas legais e gentis, ampliar seu círculo de amizades... Encomendei com ele dois casais e, ainda sem nenhum gloster fui ao Brasileiro e lá compramos alguns (eu e minha sócia, porque SIM! Eu envolvo o povo em minhas insanidades!!!!!rsrsrs) do Bissoli.
Parte 6:
OBA!!!! Agora nós temos gloster!!!! O cabeludinho estava agora povoando um quarto que tenho no quintal de casa... Mas sabe o mais engraçado dessa história?? Depois de ter meu "objeto de desejo" que eram os topetinhos acabei me apaixonando MESMO pelos gloster sem topete... vai entender... acho-os mais bonitos e intrigantes que os com topete... deve ser a cara de mau humor deles... sei lá....
ABRAÇO Dr. Garcia!!!!! Espero ter satisfeito sua curiosidade!!!!
(E se alguém quiser pode colocar um comentário que eu continuo a História..rsrs)
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Flávia
às
18:09
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